Fusca

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sexta-feira, 22 de junho de 2012

FARÓIS AUXILIARES CIBIE

Faróis auxiliares, do tipo neblina ou de longo alcance (também conhecido como faróis de milha), eram acessórios bastante comuns no fusca. Diversos foram os fabricantes: Hella, Arteb/Hella, Bosch, Marchal, Rossi, Dinafloy, etc. Nesse tópico destacaremos os faróis auxiliares feitos pela Cibié.

Anúncio da Cibié de 1963.

A empresa Cibié foi fundada na França em 1919 por León Cibié. Aqui no Brasil instalou-se em 1961, sob a razão social Projetores Cibié do Brasil S.A. A Cibié fabrica, basicamente, faróis e lanternas para a linha automotiva (farol principal, lanternas, faróis auxiliares, etc)

Anúncio de dezembro de 1961.

A Cibié, junto com a Arteb Hella, foi a principal fornecedora de faróis para a Volkswagen do Brasil nos anos 60, 70 e 80. 
Anúncio de dezembro de 1964.

A Cibié era uma empresa extremamente agressiva no mercado de faróis auxiliares. Seus produtos eram (e ainda são) de excepcional qualidade.

Na época em que o sistema elétrico do fusca era de 6v, os faróis auxiliares eram quase um item obrigatório principalmente para quem viajava muito à noite.

Os faróis da Cibié (tanto de longo alcance quanto de neblina) possuiam o logo da empresa na base do farol.

Também na lente de vidro encontra-se estampado o nome Cibié.

Os faróis Cibié instalados no fusca.

Detalhe do farol Cibié no fusca.

A Cibié fabricava suportes específicos para serem instalados no fusca. Eram fixados nos próprios parafusos dos batentes dos pára-choques. Os suportes circundavam o tubo (poleiro) do pára-choque. perfazendo um acabamento perfeito.

A Cibié investiu muito no patrocínio de rallyes. Nesse tipo de competição, o farol auxiliar era essencial; todos os veículos usavam. Era o lugar ideal para a empresa mostrar sua cara.

Emblema da Cibié com a referência à sua para participação nos rallyes. 

Acima, farol de neblina da Cibié, lançado no final dos anos 60, da marca Monza.

Os faróis possuíam capa de proteção, com a alusão aos rallyes. As capas de proteção tinham a função de proteger as lentes dos faróis contra pedriscos e outros materiais que podiam danificá-la. Lembremos, que, nessa época, as lentes eram feitas de vidro. Obviamente, que, pretendendo o motorista usar os faróis auxiliares à noite, precisava retirar as capas de proteção.

Os faróis de neblina possuíam a lente amarela.

A carcaça era feita de aço inoxidável.

Os faróis Monza eram oferecidos também na versão de longo alcance, com as lentes em tom cristal.

Acima, certificado de garantia dos faróis Cibié.

Caixa original dos faróis Monza. Usavam lâmpada de iodo, uma inovação para a época.

Adesivo da Cibié para ser colocado nos vidros dos carros equipados com seus faróis.

Folder da Cibié de 1969 com o farol auxiliar instalado no fusca.

Verso do Folder. A Cibié disponibilizava três tipos de faróis no final dos anos 60: os modelos Monza, Oscar e Safir.

Anúncio da Cibié, de setembro de 1970, com o farol instalado no fusca. Propunha transformá-lo num modelo GT. De fato, os faróis, além da evidente finalidade de melhorar a visibilidade do motorista, tinham, também, função estética, proporcionando um viés esportivo ao pequeno besouro.

O fusca protagonizando outro anúncio da Cibié.

Chaveiro "Racing Team Cibié".

Variação do adesivo da Cibié.

3 comentários:

  1. Mas o mais clássico dos faróis da Cibie eram os de nebline Cibie Serra II.

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  2. Farol de neblina é o que possui estrias verticais, que emite um feixe de luz ultra baixo, largo e difuso para iluminar a via sob a neblina e em baixa velocidade. E é acionado separadamente do facho alto. A cor amarela não transforma outros tipos de farol (como os de longo alcance) em faróis de neblina. Faróis amarelos (assim como óculos amarelos) servem para aumentar o contraste, diminuir o oFUSCAmento e proporcionar mais conforto à visão. Este blog é ótimo, mas esse texto deixou a desejar. Desculpe-me.

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    1. vc. nao em o que se desculpar. obrigado pela contribuição.

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