Fusca

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

SÉRIE ESPECIAL VERDE CRISTALINO

No segundo semestre de 1984, já como modelo 1985, A VW do Brasil lançou no mercado um Fusca Série Especial, com produção aproximada de 2.800 veículos. Foi criado para dar ao Fusca um caráter de personalização, diferenciando-o da série normal ofertada à época. Foi uma versão direcionada a atingir um público jovem e voltado a possuir um veículo diferenciado. Custava 8,5% mais caro que o Fusca normal. O modelo vinha com a exclusiva cor verde cristalino metálico, o que lhe rendeu o apelido de Fusca Verde Cristalino ou de Série Especial Verde Cristalino.

Além da cor exclusiva, a versão vinha de fábrica com vidros verdes, faróis de longo alcance, buzina dupla e espelho retrovisor externo também do lado direito.

Os faróis de milha eram da marca Rossi.

Os aros do farol também eram pintados na cor da carroceria. Na versão normal, esse aros eram cromados.

O pára-choque, também pintado em verde cristalino, tinha protetores de borracha, os famosos borrachões.

A capa de seta do pisca, ao invés de cromada, também era pintada na cor do veículo.

As rodas eram 14 polegadas (4 ½ J x 14 H) com pneus diagonais e sobre-aros, outra exclusividade dessa versão especial.

Os painéis de porta contavam com um friso cromado que separava o vinil da base inferior, forrado em carpete.

O interior tinha acabamento em tons de cinza aveludado, assoalho em carpete do tipo buclê preto e bancos reclináveis com apoio de cabeça. 

Bancos em cinza aveludado: um privilégio dessa Série Especial.

O teto, com forração navalhada, era o mesmo da versão normal do Fusca.

No painel, o Fusca Série Especial era equipado com um volante de direção espumado (igual ao usado no Gol) e um acendedor de cigarros. 

O painel contava ainda com um botão (interruptor) para a injeção da gasolina, além de uma chave para ligar os faróis. Para que os faróis de milha se acendessem, era necessário que os faróis altos estivessem ligados. Quando os faróis baixos fossem ligados, simultaneamente os faróis de longo alcance se apagavam, embora o botão permanecesse acionado.

O motor era o mesmo de toda a linha, ou seja, refrigerada a ar, de 1.600 cc e dupla carburação, a álcool, com potência de 57 cv a 4.200 rpm e um torque de 11,8 mkgf a 2.600 rpm, com velocidade final de 137 km/h e aceleração de 0 a 80 km/h em 10,1 segundos e de 0 a 100 km/h em 16,0 segundo. Era equipado com ignição eletrônica, que eliminou o platinado e o condenador, dispensando regulagens periódicas do motor.

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